
quarta-feira, março 21, 2007
Correcção ao lapso da Aula de Botânica 2

terça-feira, março 20, 2007
Aula de Botânica 2
Aprender in situ
www.minerva.uevora.pt/publicar/sbento/flora.htm
Daqui a bocado, quando forem 0h6m, tem início a Primavera.
Esta roselha ou Cistus crispus lembra-me um belo passeio, com direito a ensinamentos de botânica, pelo mato onde todos os dias vou passear com os meus cães. Se o passeio foi óptimo, o mestre foi excelente.
quinta-feira, março 08, 2007
Cantochão
http://barenforum.org/blog/images/Serengeti.Plain.jpg
Ella: uma mulher deprimida que parte para Denver, deixando para trás o marido e os filhos. (não a considero protagonista, mas merece uma palavra ao contrário dos outros secundários).
Tom Guthrie: o marido abandonado, professor de História numa Secundária, a braços com dois filhos de 10 e 11 anos, com problemas disciplinares com um aluno rebelde e indisciplinado que é acicatado incondicionalmente pelos pais, tão «maus» ou «piores» que ele.
Ike e Bobby: os filhos de 11 e 10 anos de Ella, crescidinhos antes do tempo, trabalham para ajudar o pai ou simplesmente para ocuparem as suas vidas, mas como todos os humanos de 11 e 10 anos manifestam comportamentos de criança, sobretudo na forma como olham curiosamente para as questões da sexualidade.
Victoria Roubideux: a adolescente que engravida e se vê expulsa da casa da mãe, sendo acolhida pelos três personagens seguintes.
Maggie Jones: professora, colega e namorada de Tom, vive com o pai doente de Alzheimer. É a âncora, o conforto para todos estes personagens.
Raymond and Harold: irmãos e idosos agricultores, celibatários, de uma pureza emocionante, vivendo na sua quinta isolada à espera que chegue a sua hora. Ao acolherem Victoria recebem um novo estímulo para viver.
quarta-feira, março 07, 2007
Pavões ou a Arte de Coçar a Micose?

Não discordo em locais em que a moralidade laboral e a imparcialidade das avaliações sejam garantidas.
Não discordo, se não houver tachismos na ocupação de cargos e pavoneamentos inúteis de líderes ou de falsos trabalhadores, que brilham à custa dos outros quando passam o tempo a coçar a micose.
Natividade

> mrsbird.net/Vintage%20Baby%20Clothes.htm
Daqui a uns aninhos já brincas num vestidinho destes.
Por enquanto, tão indefesa e pequenina, sê bem-vinda!
domingo, março 04, 2007
Vermelho Transparente

> Helena Laureano e Luís Esparteiro em http://numb.deslizo.net/arquivos/2006/12/vermelho_transp.html
Escrita por Jorge Guimarães e encenada por Rui Mendes, esta peça esteve em cena, como estreia, no Teatro Nacional D. Maria II, entre 7 de Novembro e 23 de Dezembro de 2006.
No site do TNDMII encontrei a sinopse institucional, que copio para aqui também:
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
FEVEREIRO... até para o ano!

dnr.state.il.us/publicservices/photos/scenics.htm
Contrariamente a esta foto bonita, mas fria, este Fevereiro fica marcado por um grande conforto da minha alma.
Sim, da alma, porque são os estados de alma que nos fazem bater aceleradamente o coração.
O dia 16 marcou o início de uma fase que, espero, venha a ser renovada e celebrada todos os dias 16, de uma forma especial.
Por isso, Fevereiro, até para o ano, e de preferência, que continues a ser sinónimo de conforto e de felicidade.
Venha o Março Marçagão, traga ele Inverno ou Verão.
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
HÁ TANTO TEMPO

do folheto da peça, da DESIGN AO VIVO
Recorda os velhos tempos, mas não vivas em função deles.
A história gira em torno de Katie, uma rapariga outrora, uma mulher agora, entalada entre o passado partilhado com uma grande amiga, com a qual tinha uma relação quase, se não mesmo, homossexual, e o presente, partilhado com um marido pelo qual não nutre mais do que uma eventual paixão. Por um lado recorda sorrindo o passado, por outro descobre que nesse passado a sua grande amiga quase lhe roubava a sua identidade, quando esta vem visitá-la a Inglaterra e por outro lado descobre que o seu marido, outrora conhecido da sua amiga, a trata como se ela fosse uma extraterrestre.
Numa confrontação de verdades que só agora vêm ao de cima, Katie opta por se libertar… do passado que já foi e do presente que nunca foi nem deixou de ser (passe a ambiguidade), e resolve ser ela própria.
No Sábado passado fui ao Teatro. Há muito tempo que não ia ao Teatro, o que até parece mal numa pessoa que chegou a fazer parte da mailing list do Grupo de Teatro de Portalegre, pois não havia peça encenada por eles ou Festival Internacional de Teatro daquela cidade onde eu não estivesse batido.
Mas transferido de armas e bagagens para Lagos, é aqui que me compete continuar a ver Teatro, e a fazer parte do grupo dos habitués que consomem o que vem de fora, mas também o que se faz cá dentro, dentro de Lagos, e digo-vos que se vão fazendo coisas de boa qualidade.
Quanto à Ficha Artística e Técnica:
OLD TIMES de Harold Pinter
Texto base: “Há Tanto Tempo” na tradução de Jorge Silva Melo
Encenação: Duval Pestana
Interpretação: Mónica Mayer, Neusa Dias, Henrique Pereira, Joel Correia, Ricardo Vaz Trindade
Composição Musical: Tiago Cutileiro
Solista Convidado: João Pedro Cunha [ao violino, ficou bem no conjunto cenográfico e na ambiência vivida]
Realização Cinematográfica: Micael Espinha
Apoio à Realização: Pedro Noel
Volumetria e Desenho de Luz: Duval Pestana
Figurinos e Adereços: Isa Formosinho
Fotografia: Francisco Castelo
Grafismo: Paula Gonçalves
Direcção de Cena:
Andrea Martins
Iluminação: Carlos Barradinha
Som: Tiago Boto
Coordenação Técnica: Ana Paula Santos
Ateliê de Costura: Maria Cristalina BaptistaApoio Logístico: DASU e DECI (CML)
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Uma questão de atitude...

http://genealogia.netopia.pt/livraria/livro.php?id=518
(BAÑOS-GARCÍA, António Villacorta, D. Sebastião Rei de Portugal, A Esfera dos Livros, Lisboa, 2006, pp. 219-220.)
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Homem-rato

http://www.one2one-development.com/fitzydaredevils/page.asp?idno=298
- Ele tem medo de qualquer tipo de compromisso. Por isso, não liga no dia seguinte, pois acha que isso significaria que vocês são quase namorados.
- Muitas vezes ele omite algumas informações sobre a sua vida. Por exemplo: ele tem namorada ou namorado. Ou acabou de voltar para o/a ex, com quem ele (disse que) tinha terminado na semana passada.- Ele diz que te adora, que és uma pessoa superior. Só que ele não conta que tem mais algumas pessoas superiores na vida dele. Incluindo algumas pessoas que tu conheces e que vivem perto de ti, ou com quem te relacionas muito bem.
- Vocês podem fornicar, mas ele não vai dormir na tua casa. Ele só consegue dormir na toca.
- Ele acha que o seu comportamento canalha é completamente normal. Porque ele é um rato de corpo e alma. Então se tu te sentires triste e afectado/a, ele vai achar que és stressado/a, ou louco/a. Para ele, nada do que fez é errado.
- Depois de algum tempo, vais descobrir que ele sempre foi rato, desde que se entende como gente. E aí vais fazer a seguinte pergunta: como é eu não percebi que ele era um ratão? * Eu já me meti com vários ratões. Agora aprendi como reconhecê-los e comprei várias ratoeiras. Mas nem sempre funciona...
sábado, janeiro 20, 2007
Scoop

www.apple.com/trailers/focus_features/scoop/
Recomenda-se!
sábado, janeiro 13, 2007
Desencontros...

“Quero-te até ao fim”,
Ditas com precipitação,
Ferem-me a mim.
Que acredito nelas,
E minhas as faço,
Quanto com carícias,
Me davas um abraço.
Me beijavas e apertavas,
Gritando que me amavas,
Sorrindo com olhar brilhante,
Calmo e desconcertante.
Mais desconcertante ainda,
Foste quando de repente,
Veio à berlinda,
A vida de antigamente.
À qual regressaste,
Dizendo que ainda me querias,
Porque achaste,
Que o namoro não é a dias.
O que se passou realmente,
É que na vida que tens,
Tudo é diferente,
Isento de carícias, mas pleno de bens.
De fôlegos financeiros,
De aparente felicidade,
De amarras de estabilidade,
Que atraem interesseiros.
Por isso de vez em quando,
Procuras o carinho, melhor sorte,
No afecto, desejando,
Aquilo a que depressa dás a morte.
Quando depois de saciado,
Até uma próxima conquista,
Vais novamente embargado,
Pela tua vida egoísta.
E eis que destes erros,
São sempre reincidentes,
Quando nos nossos desterros,
Nos encontramos carentes.
E mantendo a crença,
Em que as coisas um dia mudem,
Sentimos nova presença,
De pessoas que nos iludem.
Em sedução de encantos juvenis,
De roço discreto na confusão,
Sobre encostos de perfis,
Um sorriso e apalpão.
Um beijo roubado no rosto,
Com o hálito do mosto,
No embalar da melodia,
Novo encosto que explodia.
Adolescência renascida,
Porém efemeramente,
Numa plácida batida,
Dum ritmo indolente.
No arfar sigiloso,
De beijos escondidos,
Em cubículo duvidoso,
Onde trancados envolvidos,
Nos ríamos como crianças.
Trocando promessas,
De encontro,
Para novas loucuras,
Onde um e outro,
Trocaríamos ternuras.
De beijos, carícias ternas,
Abraços atropelados,
Sorrisos e óculos pendentes,
Em dois rostos afogueados.
Tudo se esvai novamente,
Quando dizes que amas,
Não o que tens pela frente,
Mas aquele que enganas.
É assim que me afundo,
Até a descrença passar,
No meu pequeno mundo,
Para um fôlego tomar.
E de novo em diante seguir,
Sorrindo por ter aquilo,
Que me faz não desistir:
Amor, Saúde, Trabalho,
Família, Amigos!
quarta-feira, dezembro 20, 2006
FESTAS FELIZES!
terça-feira, dezembro 05, 2006
Uma questão de coragem
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Só...
www.pbase.com/terberg/image/53355852
Sozinho mas com amigos espalhados pelo país, aos quais aceito sem condições, sem os criticar agora e os bajular depois, sem os reprimir com atitudes de queen of the gang, sem os julgar porque têm filhos para criar e por isso estão mais condicionados, ou porque são de partido político diferente e por isso são imediatamente apelidados de burgueses, incultos ou fascistas, ou porque são despudorados, ou porque são simplesmente o espelho daquilo que já fomos e queremos a todo o custo esquecer, que não toleram diversidade quando passam o tempo a apregoar a tolerância.
Sozinho mas dedicado, de agora em diante, aos que me amam de verdade.
E quem vier, que venha por bem.
segunda-feira, novembro 27, 2006
Há sempre uma coisa sacrificada para que outra possa existir…

> fusão de http://hometown.aol.com/ e http://www.onecomeats.com/images/steaks.jpg
(Marguerite Yourcenar, A Obra ao Negro, Col. Mil Folhas, Público, 2002, p. 165).
Uma lágrima trocada,
Por não te ter a meu lado,
Uma decisão tomada,
Com o coração embargado.
Por desistir de lutar,
Por ti que escapas,
Por me deixar ir,
Ao encontro de alguém,
Que me queira bem!
sexta-feira, novembro 24, 2006
A prenda que José iria receber...

> imagem adaptada do site www.schleich-s.de
Estes três gatinhos são fotografias daqueles que o Jorge comprou naquela tarde soalheira de Outono, com uma alegria de criança, para dar a José, um apaixonado dos felinos domésticos…
quinta-feira, novembro 23, 2006
Absolument Fabuleux...

www.bacfilms.com/fichedvd.php?id=74



