sábado, junho 30, 2007
Mudam-se os tempos...
> Verka Serduchka - Dancing Lasha Dubai (Eurovision Song Contest 2007 - Ukraine Song)
Não há dúvida! A animação, o humor, a ousadia e os estilos alternativos vieram dar um novo fôlego à Eurovisão. Quem se lembra da Viva la Vida?
> Les fatals picards - L'amour a la française (France Song)
domingo, junho 24, 2007
Das músicas mais lindas para mim...
M People- Search for the hero
Todos temos que encontrar dentro de nós a força, é nessa força que reside a nossa permanência...
7 SECONDS...
- Youssou N'Dour e Neneh Cherry
Adoro o Tom Sawyer...
O sorriso matreiro, as sardas salpicando a fronte afogueada, as gargalhadas que me provoca, o nervoso miudinho que o impede de parar um pouco.
Adoro o Tom Sawyer.
domingo, abril 08, 2007
Amar = Fazer alguém feliz

> http://www.fantasticfiction.co.uk/b/marion-zimmer-bradley/catch-trap.htm
quarta-feira, abril 04, 2007
Malmequer não identificado
A Natureza como ela é

> Malva (foto da minha autoria)
Todos nós "colorimos" a nossa vida por tendências que perduram mais ou menos no tempo. Agora ando voltado para a fotografia e para a botânica espontânea que vai salpicando de cores o meio que nos rodeia ou o que procuramos para fugir à existência rotineira em que todos acabamos por mergulhar.
Esta malva, cuja subespécie não sei identificar, foi apanhada pela minha máquina digital em Vila Nova de Milfontes, e marcou mais um dia de simplicidade em que o mar esteve sempre presente, em comunhão com os cursos de água doce que nele desaguam.
Quanto ao espécime retratado, pode ser que algum expert em botânica visite este post e me esclareça sobre o nome científico e popular do mesmo. Aqui fica o desafio.
quarta-feira, março 21, 2007
Correcção ao lapso da Aula de Botânica 2

terça-feira, março 20, 2007
Aula de Botânica 2
Aprender in situ
www.minerva.uevora.pt/publicar/sbento/flora.htm
Daqui a bocado, quando forem 0h6m, tem início a Primavera.
Esta roselha ou Cistus crispus lembra-me um belo passeio, com direito a ensinamentos de botânica, pelo mato onde todos os dias vou passear com os meus cães. Se o passeio foi óptimo, o mestre foi excelente.
quinta-feira, março 08, 2007
Cantochão
http://barenforum.org/blog/images/Serengeti.Plain.jpg
Ella: uma mulher deprimida que parte para Denver, deixando para trás o marido e os filhos. (não a considero protagonista, mas merece uma palavra ao contrário dos outros secundários).
Tom Guthrie: o marido abandonado, professor de História numa Secundária, a braços com dois filhos de 10 e 11 anos, com problemas disciplinares com um aluno rebelde e indisciplinado que é acicatado incondicionalmente pelos pais, tão «maus» ou «piores» que ele.
Ike e Bobby: os filhos de 11 e 10 anos de Ella, crescidinhos antes do tempo, trabalham para ajudar o pai ou simplesmente para ocuparem as suas vidas, mas como todos os humanos de 11 e 10 anos manifestam comportamentos de criança, sobretudo na forma como olham curiosamente para as questões da sexualidade.
Victoria Roubideux: a adolescente que engravida e se vê expulsa da casa da mãe, sendo acolhida pelos três personagens seguintes.
Maggie Jones: professora, colega e namorada de Tom, vive com o pai doente de Alzheimer. É a âncora, o conforto para todos estes personagens.
Raymond and Harold: irmãos e idosos agricultores, celibatários, de uma pureza emocionante, vivendo na sua quinta isolada à espera que chegue a sua hora. Ao acolherem Victoria recebem um novo estímulo para viver.
quarta-feira, março 07, 2007
Pavões ou a Arte de Coçar a Micose?

Não discordo em locais em que a moralidade laboral e a imparcialidade das avaliações sejam garantidas.
Não discordo, se não houver tachismos na ocupação de cargos e pavoneamentos inúteis de líderes ou de falsos trabalhadores, que brilham à custa dos outros quando passam o tempo a coçar a micose.
Natividade

> mrsbird.net/Vintage%20Baby%20Clothes.htm
Daqui a uns aninhos já brincas num vestidinho destes.
Por enquanto, tão indefesa e pequenina, sê bem-vinda!
domingo, março 04, 2007
Vermelho Transparente

> Helena Laureano e Luís Esparteiro em http://numb.deslizo.net/arquivos/2006/12/vermelho_transp.html
Escrita por Jorge Guimarães e encenada por Rui Mendes, esta peça esteve em cena, como estreia, no Teatro Nacional D. Maria II, entre 7 de Novembro e 23 de Dezembro de 2006.
No site do TNDMII encontrei a sinopse institucional, que copio para aqui também:
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
FEVEREIRO... até para o ano!

dnr.state.il.us/publicservices/photos/scenics.htm
Contrariamente a esta foto bonita, mas fria, este Fevereiro fica marcado por um grande conforto da minha alma.
Sim, da alma, porque são os estados de alma que nos fazem bater aceleradamente o coração.
O dia 16 marcou o início de uma fase que, espero, venha a ser renovada e celebrada todos os dias 16, de uma forma especial.
Por isso, Fevereiro, até para o ano, e de preferência, que continues a ser sinónimo de conforto e de felicidade.
Venha o Março Marçagão, traga ele Inverno ou Verão.
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
HÁ TANTO TEMPO

do folheto da peça, da DESIGN AO VIVO
Recorda os velhos tempos, mas não vivas em função deles.
A história gira em torno de Katie, uma rapariga outrora, uma mulher agora, entalada entre o passado partilhado com uma grande amiga, com a qual tinha uma relação quase, se não mesmo, homossexual, e o presente, partilhado com um marido pelo qual não nutre mais do que uma eventual paixão. Por um lado recorda sorrindo o passado, por outro descobre que nesse passado a sua grande amiga quase lhe roubava a sua identidade, quando esta vem visitá-la a Inglaterra e por outro lado descobre que o seu marido, outrora conhecido da sua amiga, a trata como se ela fosse uma extraterrestre.
Numa confrontação de verdades que só agora vêm ao de cima, Katie opta por se libertar… do passado que já foi e do presente que nunca foi nem deixou de ser (passe a ambiguidade), e resolve ser ela própria.
No Sábado passado fui ao Teatro. Há muito tempo que não ia ao Teatro, o que até parece mal numa pessoa que chegou a fazer parte da mailing list do Grupo de Teatro de Portalegre, pois não havia peça encenada por eles ou Festival Internacional de Teatro daquela cidade onde eu não estivesse batido.
Mas transferido de armas e bagagens para Lagos, é aqui que me compete continuar a ver Teatro, e a fazer parte do grupo dos habitués que consomem o que vem de fora, mas também o que se faz cá dentro, dentro de Lagos, e digo-vos que se vão fazendo coisas de boa qualidade.
Quanto à Ficha Artística e Técnica:
OLD TIMES de Harold Pinter
Texto base: “Há Tanto Tempo” na tradução de Jorge Silva Melo
Encenação: Duval Pestana
Interpretação: Mónica Mayer, Neusa Dias, Henrique Pereira, Joel Correia, Ricardo Vaz Trindade
Composição Musical: Tiago Cutileiro
Solista Convidado: João Pedro Cunha [ao violino, ficou bem no conjunto cenográfico e na ambiência vivida]
Realização Cinematográfica: Micael Espinha
Apoio à Realização: Pedro Noel
Volumetria e Desenho de Luz: Duval Pestana
Figurinos e Adereços: Isa Formosinho
Fotografia: Francisco Castelo
Grafismo: Paula Gonçalves
Direcção de Cena:
Andrea Martins
Iluminação: Carlos Barradinha
Som: Tiago Boto
Coordenação Técnica: Ana Paula Santos
Ateliê de Costura: Maria Cristalina BaptistaApoio Logístico: DASU e DECI (CML)
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Uma questão de atitude...

http://genealogia.netopia.pt/livraria/livro.php?id=518
(BAÑOS-GARCÍA, António Villacorta, D. Sebastião Rei de Portugal, A Esfera dos Livros, Lisboa, 2006, pp. 219-220.)

