- Time after time, de Cindy Lauper e Rob Hyman
Se há coisas que valem a pena, a maior delas é dedicarmo-nos sem esperarmos nada, àqueles que valem a pena.A eles todos, que escuso de nomear, porque eles sabem bem quem são, aqui ficam as palavras de uma Senhora com "S" grande.
terça-feira, outubro 23, 2007
Àqueles que contam...
segunda-feira, outubro 22, 2007
Mediocridade Magnânima
«O mundo estará fodido de vez» disse então «no dia em que os homens viajarem em primeira classe e a literatura no vagão de carga».
MARQUEZ, Gabriel García, Cem Anos de Solidão, RBA, p. 306.
Este pequeno excerto extraído da obra magnânima de Gabriel García Marquez encaixa que nem uma luva no status quo imposto nesta sociedadezinha em que tudo o que é alimento para o "espírito" é coisa a banir, porque não importa saber nem aprender mais, não importa cultivar o nosso espírito crítico nem desenvolver a nossa criatividade, nem sonhar ou alienarmo-nos do real através da leitura de um bom livro, importa sim chegar pelo caminho mais rápido àquilo que aparentemente mais nos aproxima daquilo que a sociedade espera de nós.
Não duvido que há muito tempo que a literatura, neste país, se encontra no vagão de carga. Se é que alguma vez de lá saiu.
Não duvido que há muito tempo que a literatura, neste país, se encontra no vagão de carga. Se é que alguma vez de lá saiu.
terça-feira, outubro 09, 2007
Coisas da Vida
sábado, setembro 08, 2007
Rescaldo

Agora que faz hoje quinze dias que regressei de Madrid, que já descansei das férias fora de casa e que já tive uma semana com muitos papéis e coisas "para ontem" à espera em cima da minha secretária, é tempo de fazer um rescaldo da ida à capital dos nuestros hermanos.
E como um gesto vale mais do que mil palavras:
Vale a pena ir a Madrid, mais não seja para ver de perto Guernica.
domingo, agosto 26, 2007
Para mais tarde recordar...
Não querendo ser redutor, Madrid tem, do meu ponto de vista, 3 coisas essenciais: uma urbanidade em que a Chueca e o seu sentido de liberalidade e de tolerância acolhem qualquer pessoa, independentemente da sua orientação sexual; o Museo Nacional del Prado - em que As Meninas de Velásquez ocupam, do ponto de vista do artifício artístico figurativo, um lugar cimeiro; o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em que a Guernica me arrepiou sobremaneira, para não falar de outras obras pictóricas e escultóricas de Picasso, Miró e Dali, entre outros nomes cimeiros das primeiras vanguardas artísticas do século XX.
domingo, agosto 19, 2007
Partida para férias...
quarta-feira, agosto 15, 2007
A solução
> Aimee Mann, Wise Up, Banda sonora original do filme "Magnolia".
Enquanto não nos mentalizarmos que a solução para os nossos problemas parte de nós mesmos, nada se resolve.
Batcat, Batcow, Superdog, Spiderchicken
Todos temos heróis, ainda que muitas vezes não saibamos ao certo quem são ou muitas vezes não tenhamos consciência de que nos moldam o modo de agir e olhar para o mundo.
Heróis porque: nos fascinam na representação, na escrita, em outras manifestações artísticas, nas actividades realizadas, no sucesso profissional alcançado, graças ao mérito; os admiramos pelos sentimentos e acções altruístas ou pelo grande espírito de sacrifício.
O heroísmo é algo que todos conseguimos alcançar, se não olharmos para o conceito como algo mítico, mas sim como algo próprio de quem quer ser sempre melhor.
terça-feira, agosto 14, 2007
Love Today, by Mika
Acho que este moço promete. O falsete, o ritmo, tudo.
E acho que esta música encaixa bem numa noite quente de Verão.
segunda-feira, agosto 13, 2007
Família = Cumplicidade

Quanto mais o tempo passa, mais me apercebo que há pessoas que nunca deixarão de ser especiais para mim. Pessoas que para mim são família, quer porque o são de verdade, pelos laços de sangue, mas também pelos laços de amizade verdadeira, em que a cumplicidade é tal que ainda o outro não falou e nós já estamos a rir-nos porque sabemos o que vai dizer, ou a irritar-nos porque sabemos quais as pedras que traz na mão para nos atirar.
A amizade e o amor são isso mesmo: amargos de boca que de vez em quando vêm à tona; mas que facilmente são afundados por valores muito mais altos: os valores da cumplicidade e dos caminhos da vida percorridos em conjunto (ainda que intermitentemente); crescimentos em que a reciprocidade foi o veículo; interesses comuns ou partilhados que mantêm as pessoas sempre próximas.
E cada vez mais me convenço de uma coisa: quando alguém nos magoa, é porque esse alguém é muito especial para nós! Se não fosse não nos magoaria, simplesmente nos faria dizer coisas muito sentidas da boca para fora e depois ficaria aquela sensação fabulosa de alívio.
Colegas que nos magoam? Não existem. Camaradas de copos que nos magoam? Não existem.
Existe sim uma eterna necessidade de fazermos barulho para ocultar algumas frustrações ou impotências que não deixamos que façam muito barulho por elas próprias. Todos temos os nossos fantasmas, e por não sabermos lidar com eles frontalmente, inventamos fantasmas naqueles que pouco ou nada nos dizem.
Este post é para todos aqueles que preenchem verdadeiramente o meu coração. Eu e eles somos família (de corpo e/ou alma).
A amizade e o amor são isso mesmo: amargos de boca que de vez em quando vêm à tona; mas que facilmente são afundados por valores muito mais altos: os valores da cumplicidade e dos caminhos da vida percorridos em conjunto (ainda que intermitentemente); crescimentos em que a reciprocidade foi o veículo; interesses comuns ou partilhados que mantêm as pessoas sempre próximas.
E cada vez mais me convenço de uma coisa: quando alguém nos magoa, é porque esse alguém é muito especial para nós! Se não fosse não nos magoaria, simplesmente nos faria dizer coisas muito sentidas da boca para fora e depois ficaria aquela sensação fabulosa de alívio.
Colegas que nos magoam? Não existem. Camaradas de copos que nos magoam? Não existem.
Existe sim uma eterna necessidade de fazermos barulho para ocultar algumas frustrações ou impotências que não deixamos que façam muito barulho por elas próprias. Todos temos os nossos fantasmas, e por não sabermos lidar com eles frontalmente, inventamos fantasmas naqueles que pouco ou nada nos dizem.
Este post é para todos aqueles que preenchem verdadeiramente o meu coração. Eu e eles somos família (de corpo e/ou alma).
quarta-feira, agosto 08, 2007
Há vidas (de cão) e vidas (de cão)...
terça-feira, agosto 07, 2007
Peripécias familiares

Porque desde que, há quase 7 anos, entraram na minha vida dois cães, com cerca de dois meses cada um (segundo a veterinária, porque data exacta de nascimentos não há, como abandonados que eram), os considerei sempre parte da família, é uma história familiar que quero aqui partilhar, ilustrada pelo meu próprio pulso.
O meu cão mais pequeno, ironicamente nomeado homónimo do chefe da casa Olímpica, sempre matreiro e torto, após se ter levantado a mesa do jantar, saiu estrategicamente para a cozinha e aproveitou uma aberta para espreitar para dentro do balde do lixo, incuriamente esquecido aberto, enquanto a restante família já se acoitava no sofá da sala para acompanhar o desenvolvimento de mais uns CSI's.
Azar dos azares! No topo dos resíduos sólidos estava um saco de plástico sujo que restolhou quando Sua Excelência Canina resolveu espreitar para dentro do balde.
Esse barulho imediatamente fez com que se acendesse uma luz no cérebro do meu ilustre canito (a dizer "salta daqui que já foste apanhado"), que airosamente abandona o local do "crime" e vai para a varanda como se nada se tivesse passado.
Eu, a topá-las todas, não consegui disfarçar a risada que instantaneamente soltei.
Podem dizer que os cães agem por instinto, mas ninguém me convence que eles não têm sentimento de culpa.
O meu cão mais pequeno, ironicamente nomeado homónimo do chefe da casa Olímpica, sempre matreiro e torto, após se ter levantado a mesa do jantar, saiu estrategicamente para a cozinha e aproveitou uma aberta para espreitar para dentro do balde do lixo, incuriamente esquecido aberto, enquanto a restante família já se acoitava no sofá da sala para acompanhar o desenvolvimento de mais uns CSI's.
Azar dos azares! No topo dos resíduos sólidos estava um saco de plástico sujo que restolhou quando Sua Excelência Canina resolveu espreitar para dentro do balde.
Esse barulho imediatamente fez com que se acendesse uma luz no cérebro do meu ilustre canito (a dizer "salta daqui que já foste apanhado"), que airosamente abandona o local do "crime" e vai para a varanda como se nada se tivesse passado.
Eu, a topá-las todas, não consegui disfarçar a risada que instantaneamente soltei.
Podem dizer que os cães agem por instinto, mas ninguém me convence que eles não têm sentimento de culpa.
segunda-feira, agosto 06, 2007
domingo, agosto 05, 2007
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